Veröffentlicht: 27.02.2018

Moeda Fiduciária

O que é a moeda fiduciária e como ela se difere do valor das mercadorias?

A moeda fiduciária é um objeto sem valor intrínseco e que ainda é utilizada como um meio de troca. Esse termo deriva do latin “”fieri””, que significa “”deve ser””. A moeda fiduciária se difere do valor das mercadorias, o qual pode ser exemplificado pelo ouro, pela prata e pelo sal.

Em contraste com a moeda fiduciária, o valor das mercadorias possui um valor intrínseco, que é devido a sua utilidade e não pode ser regulado pelos governos. Os sistemas monetários atuais dependem das moedas fiduciárias, as quais geralmente não se apoiam no valor das mercadorias.

Contudo, a moeda fiduciária de um país também depende do balanço patrimonial do Estado, que consiste nos ativos do Estado e nas receitas futuras obtidas com impostos. Um possível excedente tem grande influência sob a estabilidade da moeda porque essa procura significa que o Estado continuará a ter recursos financeiros no futuro.

Quais características uma moeda precisa ter?

No geral, o dinheiro só tem valor se ele prover aos seus usuários alguma utilidade. Isso justifica os benefícios das três funções monetárias. Uma moeda precisa, portanto, ter meios de trocas, poupança e cálculo de conversão.

Afinal, os meios de troca de uma moeda dependem de sua aceitação no mercado como forma de pagamento. A função de poupança, por outro lado, só é possível caso exista confiança na moeda e se o mercado acreditar que ela continuará a ser usada como um meio de trocas no futuro.

Os cálculos de conversão são muito dependentes dos dois primeiros fatores, mas em último caso, significam que os usuários devem ter uma visão geral do valor real das mercadorias.

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